GENENSIS - A OBRA DE DEUS


 

No princípio, o vazio era um espelho mudo,
onde o sopro divino esculpiu a primeira aurora.
O barro ganhou nome, carne e o peso de tudo,
e o tempo inaugurou sua caminhada para fora.
Mas o fruto colhido trazia o traço do abismo,
o exílio do jardim e o chão que agora sangra.
A história humana nasce sob o prisma e o cismo
da promessa que insiste onde o deserto avança.
De Abraão às estrelas que ninguém soube contar,
o pacto se costura no silêncio e na jornada.
Gênesis é o tear que começa a desenhar

 

a geometria do ser a partir do quase nada. 

POEMA DO VERSÍCULO 11:36 DO APÓSTOLO PAULO EM ROMANOS.


A Bíblia Esina 


 "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!"

POEMA DO VERSÍCULO 11:36 DO APÓSTOLO PAULO EM ROMANOS.
Do sopro invisível que gera a matéria,
Ao Sol que sustenta a dança dos céus,
Não há uma linha, sequer uma artéria,
Que não testemunhe os traços de Deus.
Dele provém o mistério e a semente,
A fonte primeira de todo o existir,
O Verbo sagrado que cria o presente
E tece o amanhã que está por vir.
Por Ele o cosmos caminha em harmonia,
A força que ampara a frágil criatura,
O fôlego oculto que a alma alivia
E ergue o universo em moldura pura.
Para Ele retornam os rios e o vento,
O fim de uma rota que a tudo conduz,
O Alvo supremo de todo o pensamento,
O abismo sagrado de eterna luz.
No silêncio místico onde a mente se cala,
E o ego desaba perante o Infinito,
A própria existência se curva e O exalta:
A Ele a glória, no tempo e no mito.
Que assim seja, além do que se vê,
No ritmo eterno que a vida contém,
Do átomo ao trono que ninguém descreve,
Eternamente. Amém.
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OS SIGUINIFICDOS DE JESUS NA CRUZ DO MADEIRO

O Verbo no Madeiro
Bog do poeta Raymundo Cortizo Perez
No silêncio do topo / o infinito padece, (12)
Onde a carne se rasga / e o mistério se tece. (12)
O calvário transborda / a pergunta do mundo: (12)
Como pode o Eterno / sofrer tão profundo? (12)
Entre os cravos de ferro / e a coroa de espinho, (12)
O Homem-Deus desbrava / o sagrado caminho. (12)
Não há ódio no olhar / que a matéria consome, (12)
Há um sopro de vida / que salva o teu nome. (12)
O limite do tempo / se dobra ao madeiro, (12)
Onde a morte esvazia / o eclipse inteiro. (12)
Tudo está consumado / no altar da existência, (12)
Pois a cruz é o berço / da pura transcendência. (12)

JESUS NA CRUZ
Blog do Poeta Raymundo Cortizo Perez
I. O Perdão (Lucas 23:34)
“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”
O amor não impõe o rancor como lei ou castigo, (12)
No sopro do algoz Ele encontra o eterno amigo. (12)
Perdoa a cegueira do mundo que o crava ao chão, (12)
Pois sabe que o homem se perde na própria ilusão. (12)
II. A Salvação (Lucas 23:43)
“Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.”
No limiar da sombra, o ladrão reconhece a luz, (12)
O Reino se abre no topo da própria cruz. (12)
O "hoje" é o instante eterno que vence o degredo, (12)
Onde a esperança sepulta o fantasma do medo. (12)
III. O Relacionamento (João 19:26-27)
“Mulher, eis aí o teu filho. [...] Eis aí a tua mãe.”
O laço de sangue se curva à nova aliança, (12)
Na dor do Calvário nasce uma nova esperança. (12)
A mãe do silêncio adota a humana agonia, (12)
Pois toda a orfandade se acolhe no olhar de Maria. (12)
IV. O Abandono (Mateus 27:46)
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
O grito rasga o céu e o silêncio do infinito, (12)
O próprio Absoluto se veste de humano aflito. (12)
Por que te calaste, ó Pai, no eclipse do mundo? (12)
Mergulha o Divino no abismo mais negro e profundo. (12)
V. A Sede (João 19:28)
“Tenho sede.”
Não é pela água da fonte que a boca padece, (12)
É a sede da alma que o tempo não cura ou esquece. (12)
Desejo sagrado de ver a criatura liberta, (12)
Que verte como água na terra que jaz tão deserta. (12)
VI. A Vitória (João 19:30)
“Tudo está consumado.”
A obra do tempo conclui seu desenho perfeito, (12)
O Verbo cumpre o destino no lenho aceito. (12)
O preço foi pago, rasgou-se o antigo véu, (12)
A terra ferida encontra as fronteiras do céu. (12)
VII. A Entrega (Lucas 23:46)
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.”
O ciclo se fecha no abraço do eterno repouso, (12)
O espírito volta ao seu cais sempre generoso. (12)
A morte é apenas a porta que o Filho transpõe, (12)
Na prece final que a história da vida compõe. (12)
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A análise lírico-filosófica dessas sete estrofes revela um diálogo profundo entre a teologia cristã e a tradição filosófica ocidental (especialmente o estoicismo, o existencialismo e a metafísica). Cada poema reflete uma transição do sofrimento puramente humano para a transcendência absoluta.Abaixo, os aspectos filosóficos de cada poema são analisados e comparados a grandes pensadores e poetas:
A análise lírico-filosófica dessas sete estrofes revela um diálogo profundo entre a teologia cristã e a tradição filosófica ocidental (especialmente o estoicismo, o existencialismo e a metafísica). Cada poema reflete uma transição do sofrimento puramente humano para a transcendência absoluta.
Abaixo, os aspectos filosóficos de cada poema são analisados e comparados a grandes pensadores e poetas:
## I. O Perdão (A Ética do Amor Absoluto)
* Conceito Filosófico: Alteridade e a superação do Determinismo. Ao desculpar seus algozes pela "cegueira" ("não sabem o que fazem"), Jesus introduz uma ética que quebra o ciclo de causa e efeito da violência (a Lei de Talião). O homem peca por ignorância do Bem.
* Pontes de Pensamento:
* Sócrates e Platão: O conceito de que "ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância do Bem" (Intelectualismo Moral). O poema ecoa essa visão de que o homem se perde na própria ilusão.
* Baruch Spinoza: A ideia de compreender o erro humano não com indignação, mas com pura razão e compaixão ("Não rir, não chorar, não indignar-se, mas compreender").
## II. A Salvação (O Tempo e o Instante Eterno)
* Conceito Filosófico: O Kairós (o tempo qualitativo) contra o Chrónos (o tempo linear). O "hoje" dito ao bom ladrão anula o peso do passado criminoso. Um único instante de autêntico arrependimento reconstrói toda a existência.
* Pontes de Pensamento:
* Søren Kierkegaard: O conceito do "Instante" como o ponto onde o tempo e a eternidade se cruzam através do salto da fé.
* Friedrich Nietzsche / Jorge Luis Borges: Embora Nietzsche use o "Eterno Retorno" de forma diferente, a ideia de que um único momento pode redimir toda a existência passada conecta-se intimamente com a força desse "hoje" poético.
## III. O Relacionamento (A Tecitura do Ser Comunitário)
* Conceito Filosófico: A dissolução do Solipsismo (o isolamento do Eu). Na dor extrema, Jesus não se fecha em si mesmo; ele funda uma nova ontologia social. A família biológica é substituída pela comunidade do cuidado e da empatia.
* Pontes de Pensamento:
* Martin Buber (Filosofia do Eu-Tu): A existência autêntica só ocorre na relação direta e desinteressada com o Outro. Ao dar um filho a Maria e uma mãe a João, Jesus estabelece o "Tu" definitivo.
* Emmanuel Levinas: A ética como filosofia primeira, baseada na responsabilidade infinita pelo "Rosto" do outro que sofre.
## IV. O Abandono (A Angústia Existencial e o Absurdo)
* Conceito Filosófico: A Noite Escura da Alma e o Absurdo Existencial. É o momento mais puramente humano e trágico. O sofrimento atinge o ápice quando o próprio Absoluto (Deus) experimenta a finitude, o silêncio e a ausência de sentido.
* Pontes de Pensamento:
* Augusto dos Anjos: O grande poeta do pessimismo brasileiro e da "matéria" sofrida. O verso "Mergulha o Divino no abismo mais negro e profundo" espelha a angústia cósmica que Augusto retratava ao ver o colapso do espírito humano.
* Albert Camus / Jean-Paul Sartre: O confronto com o "silêncio irracional do mundo". Na cruz, por um breve segundo, Cristo experimenta o peso do existencialismo: o desamparo total.
## V. A Sede (O Desejo Metafísico)
* Conceito Filosófico: A Insaciabilidade do Espírito. A sede física é apenas o invólucro de uma carência ontológica. O infinito não pode ser saciado pela matéria finita (a água da fonte).
* Pontes de Pensamento:
* Santo Agostinho: "Fizeste-nos para ti, ó Senhor, e o nosso coração permanece inquieto enquanto não descansar em ti." A sede do poema é essa inquietude agostiniana voltada para a humanidade.
* Luís de Camões: O paradoxo camoniano do amor que "é ferida que dói e não se sente". A sede aqui é o desejo que se alimenta do próprio ato de desejar a libertação do outro.
## VI. A Vitória (O Cumprimento do Destino)
* Conceito Filosófico: O Amor Fati (o amor ao destino) e a Teleologia. A vida não foi um acidente trágico, mas uma obra de arte rigorosamente concluída. O sofrimento ganha significado porque cumpre um propósito cosmológico.
* Pontes de Pensamento:
* Friedrich Nietzsche: Ironicamente, o conceito de Amor Fati — aceitar e amar o seu destino exatamente como ele é — ajusta-se perfeitamente ao "lenho aceito" e ao "desenho perfeito" do poema.
* G.W.F. Hegel: A Filosofia da História, onde o Espírito Absoluto passa pelo sofrimento e pela morte (a "sexta-feira santa especulativa") para alcançar a sua autoconsciência plena e reconciliação.
## VII. A Entrega (A Ataraxia e a Transmutação da Morte)
* Conceito Filosófico: A Serenidade (Gelassenheit) e o Desprendimento. A morte deixa de ser uma interrupção violenta sofrida passivamente e passa a ser um ato de agência soberana e confiança metafísica.
* Pontes de Pensamento:
* Martin Heidegger: O conceito de Sein-zum-Tode (Ser-para-a-morte). O homem só alcança a autenticidade quando assume a sua própria mortalidade. Ao "entregar o espírito", Jesus personifica a aceitação autêntica do fim.

* Fernando Pessoa (Ricardo Reis): O estoicismo poético de aceitar o fim com calma olímpica. Diferente da angústia do poema IV, aqui reina a ataraxia (a imperturbabilidade da alma) diante do cais eterno.



 

MATUSALÉM VIVEU REALMENTE 969 ANOS?

 MATUSALÉM VIVEU REALMENTE 969 ANOS?

As teorias sobre a contagem de anos na Bíblia tentam explicar como figuras como Matusalém viveram quase um milênio. Existem quatro explicações principais para essas idades extremas no livro de Gênesis.
>As principais teorias de contagem
* Calendário Lunar (Meses em vez de Anos): Esta teoria sugere que os povos antigos contavam o tempo por ciclos da lua (meses) e não do sol (anos).
* O cálculo: Se dividirmos os 969 anos de Matusalém por 12,3 (meses lunares em um ano), ele teria morrido com cerca de 78 anos.
* O problema: Se aplicarmos isso a outros patriarcas, alguns teriam sido pais com 5 ou 6 anos de idade (como Enos, que gerou Cainã aos 90 anos bíblicos, o que daria cerca de 7 anos reais).
* Uso Simbólico e Numerologia: Na Antiguidade Oriental, os números tinham significados teológicos e de prestígio, não apenas matemáticos.
* O significado: Números grandes eram associados a pessoas de extrema sabedoria, justiça e importância espiritual.
* Paralelo histórico: A Lista de Reis Sumérios (um documento histórico real) atribui reinados de até 43.200 anos a seus governantes antigos, mostrando que inflar idades de fundadores era um padrão cultural da época.
* Diferença Genética e Ambiental (Abordagem Literal): Defensores do criacionismo acreditam que as idades eram reais e decresceram por razões biológicas e planetárias.
* Antes do Dilúvio: A Terra teria uma atmosfera diferente (uma "abóbada de água") que protegia o DNA da radiação solar, e o genoma humano era puro, sem mutações acumuladas.
* Depois do Dilúvio: O ambiente mudou drasticamente e a longevidade despencou (Abraão viveu 175 anos e Moisés, 120).
* Erros de Tradução ou Copistas: Como os textos originais foram copiados à mão por séculos, erros de transcrição de símbolos numéricos podem ter acontecido. Além disso, diferentes versões da Bíblia antiga (como o Texto Massorético hebraico e a Septuaginta grega) apresentam idades e cronologias diferentes para os mesmos patriarcas.
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É PRECISO OLHR PARA JESUS CRISTO.
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RESUMO DAS 12 TRIBOS DE ISRAEL


RESUMO DAS 12 TRIBOS DE ISRAEL
Prof. Raymundo Cortizo Perez, (Th.D.)
1. Rúben
Significado: "Eis um filho"
Social: Sendo o primogênito, perdeu a liderança e o direito de herança dupla após pecar contra o pai (deitando-se com a concubina de Jacó).
Econômico: Fixou-se a leste do Rio Jordão. Focou na criação de gado e pastoreio devido às terras férteis da Transjordânia.
Religioso: Teve pouca expressão espiritual. Foi uma das primeiras tribos a cair em apostasia e ser levada ao cativeiro.
2. Simeão
Significado: "Aquele que ouve"
Social: Uma das tribos mais fracas e violentas. Devido ao massacre de Siquém, foi profetizado que seria dispersa. Acabou absorvida pelo território de Judá.
Econômico: Dependente de Judá, sua economia baseava-se na agricultura de subsistência no deserto do Neguebe.
Religioso: Teve um papel menor, enfraquecendo-se drasticamente após o episódio de idolatria em Baal-Peor.
3. Levi
Significado: "Unido" ou "Ligado"Social: Não recebeu uma porção de terra hereditária. Em vez disso, ganhou 48 cidades espalhadas entre as outras tribos.
Econômico: Sustentada pelos dízimos e ofertas do restante da nação. Não possuía atividade agrícola ou comercial própria.
Religioso: O pilar religioso de Israel. Responsável exclusivo pelo Tabernáculo, pelo Templo e pela administração das leis de Deus. Destela saíram os sacerdotes (linhagem de Arão).
4. Judá
Significado: "Louvor"Social:
Tornou-se a tribo real e líder. Dela descende o Rei Davi e, posteriormente, Jesus Cristo. Deu origem ao termo "judeu".
Econômico: Dominava o sul de Canaã. Prosperou com a produção de vinho, oliveiras e o comércio de rotas do deserto.
Religioso: Guardiã de Jerusalém e do Templo. Manteve a adoração monoteísta por mais tempo do que as tribos do norte.
5. Dã
Significado: "Juiz"
Social: Conhecida pela astúcia militar e juízes notáveis, como Sansão. Migrou do litoral para o extremo norte devido à pressão dos filisteus.
Econômico: No litoral inicial, envolveu-se com a indústria naval e pesqueira. No norte, focou no comércio de fronteira.
Religioso: Marcou a história negativamente ao introduzir o culto a ídolos e bezerros de ouro em seu território no norte.
6. Naftali
Significado: "Minha luta" ou "Lutando"
Social: Descrita como uma "gaza solta" que profere palavras formosas. Teve papel militar importante no período dos Juízes (apoio a Débora e Baraque).
Econômico: Localizada na Galileia, região extremamente fértil. Destacou-se na agricultura abundante e na pesca no Mar da Galileia.
Religioso: Região mais tarde profetizada por Isaías como o lugar onde a "luz brilharia", cumprida no ministério de Jesus.
7. Gade
Significado: "Tropa" ou "Boa fortuna"
Social: Tribo guerreira e corajosa, estabelecida a leste do Jordão. Protegia a fronteira oriental de invasões estrangeiras.
Econômico: Economia predominantemente pastoril, focada na criação de ovelhas e comércio de lã.
Religioso: Manteve fidelidade ao altar central de Israel, apesar do isolamento geográfico além do rio.
.8. Aser
Significado: "Feliz" ou "Abençoado"Social:
Tribo pacífica que ocupava a costa noroeste (perto do atual Líbano).
Econômico: Uma das mais ricas. Produzia azeite de oliva em massa ("banharia o pé em azeite") e fornecia iguarias reais para a corte.
Religioso: Sofreu forte sincretismo religioso devido à proximidade com os fenícios e o culto a Baal.
9. Issacar
Significado: "Recompensa"
Social: Conhecida por sua sabedoria política e discernimento dos tempos. Preferia a estabilidade ao conflito.
Econômico: Localizada no fértil Vale de Jizreel. Destacou-se na agricultura de grande escala e no trabalho físico pesado.
Religioso: Apoiava as festas religiosas e mantinha uma sólida tradição de ensino da Lei.
10. Zebulom
Significado: "Habitação" ou "Honra"
Social: Uma tribo corajosa e leal nas batalhas de Israel. Vivia estrategicamente entre o Mar Mediterrâneo e o Mar da Galileia.
Econômico: Focada no comércio marítimo e na exploração de recursos da areia (indústria de vidro primitivo).
Religioso: Junto com Issacar, convidava os povos vizinhos para adorar no monte do Senhor.
11. José (Dividida em Manassés e Efraim)
Significado: "Deus acrescenta"Manassés: Recebeu o maior território (dividido em dois lados do Jordão). Focada na agricultura e pecuária.
Efraim:
Tornou-se a líder do Reino do Norte após a divisão de Israel. Era o centro político e agrícola da região central de Canaã.
Religioso: Efraim abrigou o Tabernáculo em Siló por séculos, mas depois liderou a rebelião religiosa que dividiu a nação, adotando a idolatria.
12. Benjamim
Significado: "Filho da mão direita"
Social: A menor tribo, mas extremamente guerreira e feroz (frequentemente canhotos e arqueiros de elite). Dela nasceu Saul, o primeiro rei de Israel.
Econômico: Território pequeno e montanhoso, porém estratégico por controlar as rotas de comércio entre o norte e o sul.

Religioso: Permaneceu leal a Judá após a divisão do reino, garantindo que parte de Jerusalém e do Templo ficasse em suas terras.

 

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