COMPOSIÇÃO BÍBLICA - TERCEIRA PARTE DO CURSO DE BIBLIOGRAFIA

COMPOSIÇÃO BÍBLICA - TERCEIRA PARTE DO CURSO DE BIBLIOLOGIA

Prof. Raymundo Cortizo Perez.

(cânon significa “autoridade, regra de fé”. O cânon está fechado, não há mais nenhum livro

inspirado!). Veja (Mt 4:4; Jo 12:48; 2 Tm 3:16-17; 2 Pe 1:3; Jd 3).

Composição da Bíblia

A. 24 livros do cânon judaico do VT (equivalentes aos nossos 39 livros, o mesmo que

hoje é chamado de "Texto Massorético de BEN CHAYyIM" e que, depois da invenção da

Imprensa, foi impresso por Daniel Bomberg, um abastado cristão veneziano originário da

Antuérpia, em 1524-5. A edição da segunda publicação ficou a cargo de Jacob Ben

Chayyim);

Não confundir Ben Chayyim com Ben Asher. Não confundir o Texto Massorético de

Ben Chayyim (100% genuíno) com o falso Texto Massorético, de Ben Asher

(conhecido como Bíblia Stuttgartensia). Não confundir a Bíblia Hebraica de Kittel

(BHK) 1a e 2a edição [1906 e 1912, baseadas no Texto Massorético de Ben Chayyim]

com as BHK edições posteriores, baseadas no falso Texto Massorético, de Ben Asher.

B. 27 livros do cânon do NT (os mesmos que, depois da invenção da Imprensa, foram

impressos, terminando por serem conhecidos pelo nome de TR, ou "Textus Receptus", isto

é, "O Texto Recebido").

"Textus Receptus": do latim “textum ergo habes, nunc ab amnibus receptum”, que

significa: texto ora recebido por todos. Foi a frase escrita no prefácio da edição de

1633, do N.T. grego dos irmãos Elzevir (impressores holandeses de origem judaica).

São os 27 livros do N.T. que foram recebidos pelas igrejas do século I, das mãos dos

homens inspirados por Deus para escrevê-lo; e, também, recebido pela Reforma, das

mãos das pequeninas igrejas fiéis {perseguidas por Roma} e da Igreja Grega

Ortodoxa. O T.R. foi o texto usado pela igreja por quase 2000 anos, antes de surgirem

as versões modernas e deturpadas da Bíblia, baseadas no texto crítico, em 1881, com

o surgimento do “Novo Texto Grego” de Westcott e Hort. O T.R. foi usado em todo o

período bizantino (312-1453), donde foi traduzido por Almeida e é o texto grego do 

N.T. que os reformadores (Reforma Protestante) usaram no século XVI e XVII, para

traduzir a Bíblia em vários idiomas, inclusive o português.

O nome “massoretas” se refere aos rabinos judeus surgidos aproximadamente no

ano 100 d.C. que conservavam e transmitiam o texto bíblico. Eles substituíram os escribas.

Faziam anotações às margens do texto, chamadas “massorah”. Eles incorporaram os sinais

vocálicos ao texto hebraico (que não possui vogais), entre o 5o e 6o séculos.

Apesar de toda oposição, a Bíblia é o livro mais antigo, mais famoso e mais lido do

mundo. Escrito em mais de 2000 línguas e dialetos, já atravessou 3.000 anos. É

também o livro de maior circulação em todo o mundo. Em 1996, por exemplo, foram

distribuídos 20 milhões de Bíblias em todo o mundo. Só no Brasil, foram quase 7

milhões e na China circulam cerca de 3 milhões. Por tudo isto, podemos dizer, sem

medo de errar que a Bíblia tem origem sobre-humana!

Os nomes mais comuns dados à Bíblia são:

1. Livro do Senhor (Is 34:16).

2. Palavra de Deus (Mc 7:13; Jo 10:35; Hb 4:12).

3. Escrituras ou Sagradas Escrituras (Mt 21:42; Lc 4:21; Jo 7:38, 42; Rm 1:2; Rm 4:3;

Gl 4:30).

4. A Verdade (Jo 17:17; Rm 15:8).

5. Lei (Sl 119); Lc 10:26; Mt 5:18).

6. Mandamentos (Sl 119).

7. A Lei e os Profetas (Mt 5:17; Lc 16:16).

8. A Lei de Moisés (Lc 24:44).

9. Oráculos de Deus (Rm 3:2).

Assim como Jesus Cristo (que é a Palavra Viva, 1 Jo 1:1; Ap 19:13) é 100% Humano e

100% Divino, a Bíblia (que é a Palavra escrita) é humana e divina e sem erros!

A Palavra de Deus é: inspirada (Sl 19:7-11; 119:89; 105, 130, 160; Pv 30:5-6; Is 8:20; Jr

1:2, 4, 9; Lc 16:31; 24:25-27; 44-45; Jo 5:39, 45-47; 12:48; 14:26; 16:13; 17:17; At 1:16;

28:25; Rm 3:4; 15:4; 1 Co 2:10-13; 2 Co 2:4; Ef 6:17; 1 Ts 2:13; 2 Tm 3:16-17; 1 Pe 1:11-12;

2 Pe 1:19-23; 1 Jo 1:1-3; Ap 1:1-3; 22:19); eterna (Sl 119:89; Mt 24:35); única regra de fé e

prática (Is 8:20; Jo 12:48); suficiente para a vida cristã (Mt 4:4; Jo 12:48; 2 Tm 3:16-17; 2 Pe

1:3; Jd 3); lâmpada para os nosso pés (Sl 119:105); amada pelos salvos (Sl 119:47, 72, 82,

97); purificação da vida (Sl 119:9); para ler, estudar e examinar (Dt 17:19; Js 1:8; Jo 5:39;

17:11); alimento espiritual (1 Pe 2:2); para a santificação (Jo 17:17); proveitosa para toda

boa obra (2 Tm 3:16); preservada (Lc 21:33); fogo consumidor (Jr 5:14); martelo (Jr 23:29);

fonte de vida (Ez 37:7); poder para a salvação (Rm 1:16); penetrante (Hb 4:12); algo a ser

defendido pelos santos (Jd 3); para ser pregada a todos (Mt 28:18-20; Mc 16:15); espelho

(Tg 1:23-25); semente (1 Pe 1:23); espada (Ef 6:17); comida (Hb 5:12-14); mel (Sl 119:103);

leite (Hb 5:13); viva e atual (Jo 6:63 b; Hb 4:12; 1 Pe 1:23; 1 Jo 1:1).

A Bíblia é o livro pelo qual todos os homens serão julgados (Jo 12:48).

A Utilidade da Bíblia

“Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a

correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e

perfeitamente habilitado para toda boa obra.” 2 Tm 3:16-17. Examine ainda 1 Coríntios

10:11 e Romanos 15:4.

A Bíblia é um livro para ser examinado (Jo 5:39); crido (Jo 2:22); lido (1 Tm 4:13);

recebido (1 Ts 2:13); confirmado e aceito (At 17:11).

Alguns dos objetivos da Bíblia são: avisar os crentes (1 Co 10:11); manifestar o

cuidado de Deus (1 Co 9:9, 10); ensinar e instruir (Rm 15:4); aperfeiçoar o cristão para toda

boa obra (2 Tm 3:16-17); fazer o homem sábio para a salvação (2 Tm 3:15); produzir fé na

divindade de Cristo (Jo 20:31); produzir vida eterna (Jo 5:24).

A unidade da Bíblia é sem paralelo. Nunca, em qualquer outro lugar, uniram-se tantos

tratados diferentes, históricos, biográficos, éticos, proféticos e poéticos, para

perfazer um livro. Assim como todas as pedras lavradas e as tábuas de madeira

compõem um edifício ou, melhor ainda, como todos os ossos, músculos e ligamentos

se combinam em um corpo, assim também é com a Bíblia.

2.3. A Mensagem Central da Bíblia

Entre a Bíblia e os outros escritos religiosos e filosóficos existe um abismo

intransponível. A Bíblia é o único Livro que “se atreve” a prever o futuro e o faz com 100%

de precisão e acerto! (Dt 18:20-22; Is 41:22-23; 42:8-9; 44:6-8).

Certamente, valores como a verdade, a honestidade, a justiça e o altruísmo são

comuns aos melhores escritos da humanidade. Nisso, a Bíblia se identifica com todos os

outros. Mas, o que dizer do Deus apresentado pela Bíblia? Que contraste com a energia

impessoal do Hinduísmo ou com os frágeis e grotescos deuses dos panteões greco-

romanos! Deus Se apresenta em toda a Sua majestade e grandeza: Santo, Justo, Fiel.

Onipotente, Onipresente e Onisciente; Perfeito em amor e misericórdia, Imutável em

todos os Seus atributos!

O próprio mistério da Trindade demonstra um Deus maior que nossa razão. O

homem, na Bíblia, é retratado no seu melhor e no seu pior estado. Enquanto na Filosofia o

homem é deificado como senhor do seu próprio destino, na Bíblia, o homem é criatura de

Deus, pecador e dependente.

Enquanto em algumas crendices o homem é parte de um jogo de dados cósmicos,

joguete nas mãos de forças poderosas, na Bíblia, o homem é criado por Deus com

dignidade e sentido na História.

O caminho bíblico para a salvação vai de encontro à idéia arraigada, no espírito

humano, de que cada um deve promover a sua própria salvação. Na Bíblia, a salvação é um

presente que não pode ser comprado, mas deve ser recebido com gratidão.

O perdão dos pecados não ocorre por cerimônias vazias (como na igreja católica

romana, por exemplo), mas, mediante a morte do Filho de Deus na cruz, no lugar dos

pecadores. O destino final, na Bíblia, não é a aniquilação da personalidade, nem um

paraíso de prazeres carnais (como no Islamismo); mas, a comunhão com Deus por toda a

eternidade. E isto ocorrerá somente para aqueles que um dia aceitaram o caminho

oferecido por Deus (Jesus Cristo – Jo 14:6).

Homens não narrariam seus próprios pecados, derrotas, idolatrias, etc. Nenhum

homem conceberia a idéia de um inferno de sofrimento eterno. Isto mostra que a Bíblia é

um livro inspirado por Deus!

A Bíblia se opõe a certos conceitos filosóficos do mundo, e os refuta:

1. Ateísmo (Sl 14:1; 53:1; Jr 4:22).

2. Politeísmo (Mc 12:32; 1 Co 8:6; Ef 4:6; 1 Tm 2:5; Tg 2:19).

3. Materialismo (Mt 6:19-21, 24; Mt 19:16-26, 29; 1 Tm 6:10a; Sl 62:10b).

4. Panteísmo (Gn 1:1, 26; Mt 1:1, 18; Jo 1:1, 18; 16:7; 2 Co 13:14; Hb 13:8; 1 Jo 5:7).

5. A eternidade da matéria (Gn 1:1).

6. Filosofia (1 Co 1:22; Cl 2:8; 1 Tm 6:20; Tg 1:5).

2.4. A Bíblia em Capítulos e Versículos

A divisão da Bíblia em capítulos só veio acontecer no ano de 1250 A.D., pelo cardeal

Hugo de Sancto Caro, monge dominicano. Alguns pesquisadores atribuem essa divisão

também a Stephen Langton, professor da Universidade de Paris e mais tarde arcebispo da

Cantuária, em 1227.

Em 1525, Jacob Ben Chayyim, na Bíblia Bomberg, em Veneza, havia dividido o Antigo

Testamento em versículos.

O Novo Testamento foi dividido em versículos em 1551, por Robert Stephanus, um

impressor de Paris, que publicou a primeira Bíblia (Vulgata Latina) dividida em capítulos e

versículos em 1555.

2.5. As Abreviaturas na Bíblia

Em índices e citações bíblicas, é comum o uso de abreviaturas para se referir aos

textos bíblicos. Um dos formatos convencionados segue o padrão abaixo:

1. Os dois pontos (:) separam o capítulo dos versos. Usa-se também o ponto (.).

2. O hífen (-) indica uma faixa contínua de versos.

3. A vírgula (,) indica uma seqüência não contínua de versos.

4. O ponto-e-vírgula (;) inicia um novo capítulo do mesmo livro ou não, se seguido de

nova abreviação.

Exemplos:

 2 Ts 2:2-12 = Segunda Tessalonicenses, capítulo 2, versículos 2 a 12

 Gn 3.1-15 = Gênesis, capítulo 3, versículos 1 a 15.

 Rm 11:18 = Romanos, capítulo 11, versículo 18.

 Dn 9:25,27; 11.3-43 = Daniel, capítulo 9, versículos 25 e 27; e capítulo 11,

versículos 3 a 43.

 Mt 24-26; Ap 1:1-8 = Mateus, capítulo 24 ao capítulo 26; Apocalipse, capítulo 1,

versículos 1 a 8.

2.6. Alguns Termos e Seus Significados

1. Antilegômena (falar contra). São os livros bíblicos que em certos momentos da

História foram questionados por alguns.

2. Apócrifos (escondidos ou duvidosos). Livros não-bíblicos aceitos por alguns

(como a igreja católica romana), mas rejeitados por outros, por não serem.

inspirados e conterem muitos erros, o que prova serem de autoria humana e

não divina.

3. Cânon. Do grego "kánon", e do hebraico "kaneh", regra; lista autêntica dos

livros considerados como inspirados.

4. Epístolas (cartas).

5. Evangelho (caminho; boas novas).

6. Homologoumena (falar como um). São os livros bíblicos que foram aceitos por

todos e que em momento algum foram questionados.

7. Paráfrase (tradução livre ou solta). O objetivo é traduzir “a idéia” e não as

palavras.

8. Pseudepígrafos (falsos escritos). Livros não-bíblicos (não canônicos) rejeitados

por todos. Seus escritos se desenvolvem sobre uma base verdadeira, seguindo

caminhos fantasiosos.

9. Sinópticos (síntese). Os três primeiros evangelhos são chamados de evangelhos

sinópticos, pois são muito parecidos e sintetizam a vida de Jesus;

10. Testamento (Aliança, Pacto, Acordo).

11. Tradução (transliteração de uma língua para outra).

12. Variantes. Diferenças encontradas nas diferentes cópias de um mesmo texto,

mediante comparação. Elas atestam o grau de pureza de um escrito;

13. Versão (tradução da língua original para outra língua).

De capa a capa a Bíblia é a mensagem do amor de Deus por nós. Devemos estudá-la

diligentemente todos os dias para termos discernimento e crescimento espiritual e

vivermos no padrão de Deus, glorificando nosso Criador e Redentor.

O EVANGELHO EXPLICADO

O EVANGELHO EXPLICADO

Prof. Raymundo Cortizo Perez, (Th.D.)

Qual é a diferença entre a fé e a esperanã?

Não é simples, assim: A Esperança é expectativa. A fé é a certeza de que pode acontecer ou não. Pois a vontade de Deus e prejetos, estão juntos da fé.


O que diz na Bíblia sobre a esperança?
O princípio da esperança se estende até a eternidade, mas também pode nos amparar nos desafios cotidianos desta vida. O salmista disse: “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está posta no Senhor seu Deus” (Salmos 146:5). Com esperança, temos alegria na vida.

O que é colocar a esperança em Deus?
A esperança em Deus é essencial para vivermos bem. Afinal, ela nos ajuda a ter uma visão positiva sobre o futuro, acreditar em dias melhores, especialmente quando vivemos alguma tribulação, e a não desanimarmos diante de um mundo que nos prova a cada dia.

O que a Bíblia diz sobre ter esperança?
Em Cristo, temos esperança para além da vida terrena. Deus pode transformar a nossa vida, mas Ele foi além: nos deu a perspectiva de vida eterna através do Seu Filho. Ao aceitarmos Jesus, nosso coração se enche de esperança.

O que significa esperança na Bíblia?
Esperança é a expectativa e o anseio confiantes pelas bênçãos prometidas aos justos. As escrituras frequentemente se referem à esperança como a expectativa da vida eterna pela fé em Jesus Cristo.

O que significa a religião protestante?
Protestantismo é uma forma de cristianismo que se originou com a Reforma Protestante do século XVI, um movimento contra o que seus seguidores consideravam erros da Igreja Católica.

Quais são as 3 igrejas protestantes?
Dentro do protestantismo histórico estão as igrejas luterana, presbiteriana, calvinista, metodista e batista. A partir do século XX surgem novas igrejas protestantes: as igrejas pentecostais e neopentecostais. No Brasil, essas igrejas são mais conhecidas como evangélicas.

Quais são os tipos de religião evangélica?
>Adventistas;
>Anglicanos;
>Batistas;
>Reformados;
>Luteranos;
>Metodistas;
>Pentecostais.

Qual é a religião da igreja evangélica?
A religião evangélica é uma vertente da protestante. Gidalti Guedes: O segmento religioso que é conhecido hoje no Brasil como evangélico tem sua origem na tradição das igrejas herdeiras da reforma protestante. Essa reforma ocorreu no século XIV e deu origem a diversas vertentes da religião protestante.

O que devemos fazer para alcançar a misericórdia?
Busque sempre Deus
Essa deve ser a experiência que devemos buscar a cada dia: mergulharmos nesse profundo amor e nessa infinita misericórdia de Deus, que vence a lei, que vence o pecado e nos indica o caminho certo, elevando-nos à condição de cidadãos do Céu.

O que Jesus falou sobre misericórdia?
Jesus ensinou: “Bem-aventurados os misericordiosos” (Mateus 5:7) e: “Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6:36). A misericórdia é definida como compaixão e inclui sentimentos e atos de solidariedade, bondade, perdão e amor.

QUAL É O SIGNIFICADO DE MISERICÓRDIA?
Misericórdia é tratar uma pessoa mais compassivamente do que ela merece, e isso se torna possível graças à Expiação de Jesus Cristo. Nosso Pai Celestial conhece nossas fraquezas e nossos pecados. Ele demonstra misericórdia quando perdoa nossos pecados e nos ajuda a voltar a viver em Sua presença.

Onde a justiça de Deus se revela?
Porque a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: “O justo viverá por fé.” A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos seres humanos que, por meio da sua injustiça, suprimem a verdade.

Como se pratica a justiça de Deus?
A prática da justiças de Deus envolve viver de acordo com os princípios divinos de justiça, misericórdia e amor. Trata-se de agir em conformidade com o caráter de Deus e demonstrar Seus atributos em todas as nossas interações.

O QUE É A JUSTIÇA DE DEUS?
A justiça de Deus prolonga a sua verdade e fidelidade: consiste em Ele cumprir os seus compromissos dentro da aliança com o seu povo e em manifestar assim a sua fidelidade à aliança. O que atesta a justiça de Deus é o cumprimento das suas promessas (postas pela fé na sua boca).


O que a Bíblia fala sobre o Reino de Deus?Jesus disse: — O Reino de Deus é como um homem que joga a semente na terra. Quer ele esteja acordado, quer esteja dormindo, ela brota e cresce, sem ele saber como isso acontece. É a própria terra que dá o seu fruto: primeiro aparece a planta, depois a espiga, e, mais tarde, os grãos que enchem a espiga.

A esperança em Deus é essencial para vivermos bem. Afinal, ela nos ajuda a ter uma visão positiva sobre o futuro, acreditar em dias melhores, especialmente quando vivemos alguma tribulação, e a não desanimarmos diante de um mundo que nos prova a cada dia.

O QUE É O REINO DE DEUS?
O Reino de Deus pode ser interpretado também como o estado terminal e final da salvação, onde os homens irão transcender-se e viver eternamente com Deus, em Deus e junto de Deus. Lá, a lei do amor incondicional a Deus e ao próximo é finalmente instaurada definitivamente.

QUEM FUNDOU JERUSALÉM?
Segundo a tradição judaica, a cidade foi fundada por Sem (filho de Noé) e Éber (bisneto de Sem), antepassados de Abraão. Nos contos bíblicos, Jerusalém era uma cidade Jebusita até o século X a.C., quando David conquistou-a e fez dela a capital do Reino Unido de Israel e Judá (c. anos 1 000 a.C.).

Quem é o povo palestino na Bíblia?
Quem é o povo palestino na Bíblia? Embora a Bíblia não apresente uma definição clara do povo palestino, pode-se inferir que são os descendentes dos antigos habitantes da região, incluindo os hebreus, filisteus e outros povos semitas que viveram na Palestina ao longo dos séculos.

Qual era o nome de Israel na época de Jesus?
Criação de Israel: Como foi fundação e origem das tensões
Nessa época, a antiga Israel era uma província do Império turco, denominada Palestina.

Quantas vezes a cidade de Jerusalém é mencionada na Bíblia?
669 vezes
A palavra Jerusalém aparece 669 vezes na Bíblia Judaica, 146 vezes no Novo Testamento e nem sequer uma vez no Alcorão.

Quantos nomes tem a cidade de Jerusalém?
Para os árabes, Jerusalém é al-Quds ("A Sagrada"). Foi chamada de Jebus (Yevus) pelos jebusitas. "Tzion" inicialmente se referiu a parte da cidade, mas depois passou a significar a cidade como um todo. Durante o reinado de David, ficou conhecida como Yir David (a cidade de David).

Por que Jerusalém tem esse nome?
Jerusalém: história, povos e religião - Enciclopédia Significados
Jerusalém, em hebraico Yerushaláyim, é derivada da palavra Yir'a, que significa temor a Deus, mais a palavra Shalem, que significa perfeição.

>>>Proxima artigos será a terceira aula de Bibliologia. No amor de Cristo, aos meus amigos, leitores, alunos, Peço que não fraquejem, mantenha, a luz brilhando, Cristo merece, e por Ele, Graça e Paz!




SÍNTESE DA HISTÓRIA BÍBLICA - SEGUNDA AULA DE BIBLIOLOGIA,

 SÍNTESE DA HISTÓRIA BÍBLICA - SEGUNDA AULA DE BIBLIOLOGIA

Prof. Raymundo Cortizo Perez, (Th.D.)


1. DEUS criou o homem e o colocou no jardim do Éden.

2. O homem pecou e deixou de ser aquilo para o que Deus o tinha destinado. Foi

então que Deus pôs em andamento o plano para a salvação do homem e o fez

chamando Abraão para que fundasse uma nação, mediante a qual o plano seria
executado.

3. A nação não andou nos caminhos do Senhor e foram escravizados no Egito. Após
400 anos, sob a direção de Moisés, o povo foi tirado do Egito de volta à terra
prometida de Canaã. A nação se tornou um grande e poderoso reino.

4. O reino foi dividido no fim do reinado de Salomão: Israel, ao norte, 10 tribos,
levada cativa pela Assíria em 721 a.C., e Judá, ao sul, 2 tribos, levada cativa pela
Babilônia no ano 600 a.C.

5. Encerra-se o Antigo Testamento. 400 anos mais tarde, cumpre-se a promessa do
aparecimento de Jesus, o Messias, a esperança da humanidade, mediante Quem
o homem seria redimido e nascido de novo. Para realizar e consumar Sua obra
salvadora, Jesus Cristo MORREU pelo pecado humano, ressuscitou e ordenou
que os discípulos saíssem pelo mundo contando a história de Sua vida e Seu
poder redentor.

6. Assim, obedecendo à ordem (a “grande comissão”), partiram os discípulos por
toda parte, em todas as direções, levando as BOAS NOVAS, alcançando o mundo
civilizado conhecido da época. Assim, com o lançamento da obra da redenção
humana, encerra-se o Novo Testamento.

7. É importante entendermos que a Escatologia Bíblica é, também, parte do
processo salvífico da humanidade, pois nela será revelado todo o poder de Deus
ao homem, bem como parte da condenação que o homem sofrerá ainda em
vida, devido ao sua rebelião contra Deus. É um tempo de descortinamento da
verdadeira identidade do Diabo para que os ímpios vejam quem eles seguiam. E
a manifestação e instauração do reino de Cristo, dando aos homens mais uma
oportunidade de conscientizar-se da perfeita e agradável vontade de Deus para
todos.

>>>Esta é a segunda aula do curso básico bacharel em teologia, diploma você não vai receber, mas com certeza, vai aprender muito.
No amor de Cristo, a Graça e a Paz!

ENSINAMENTOS BÍBLICOS TEOLÓGICOS


ENSINAMENTOS BÍBLICOS TEOLÓGICOS

Prof. Raymundo Cortizo Perez, (Th.D.)


Qual o único animal que não foi mencionado na Bíblia?

Enquanto o cão é frequentemente mencionado na Bíblia, para o bem ou para o mal, o gato nunca é mencionado. Isto porque os gatos não tinham outra função que não fosse puramente estética, e portanto tinham pouco lugar no mundo pragmático da época.


Qual é o animal que não foi criado por Deus?
leopon
Qual é o animal que não foi criado por Deus? O leopon. é um híbrido entre um leopardo e um leão, possui a aparência de um leopardo. com suas manchas distintas, mas também pode apresentar características de leão, como uma juba.


Qual é a Bíblia que mais se aproxima do original?
al é a Bíblia que mais se aproxima do original? blia De Estudos King James A Mais Próxima Dos Originais.


Qual foi o primeiro animal que Deus criou na Bíblia?
peixe
Segundo a Bíblia, o primeiro animal criado por Deus foi o peixe, mencionado no livro de Gênesis, capítulo 1, versículo 20.


O que significa Amém Aleluia e glória a Deus?
É um termo de origem hebráica "Halleluyah", formado pela junção de Hallelu, que significa Louvar, mais Yah que significa Deus, Javé. Portanto Aleluia é um elogio ao Deus, Javé. Aleluia é uma expressão usada para louvar a Deus nos cânticos e orações rezadas nos cultos e missas dos cristãos.


O que significa a palavra Aleluia?
Dizer “aleluia” é convidar outros a louvarem a Deus com você. O uso da palavra durante o louvor se tornou tradicional entre os judeus e, mais tarde, entre os cristãos. Hoje em dia, a palavra “aleluia” é usada também para expressar gratidão a Deus quando uma coisa boa acontece.


É correto falar glórias a Deus?
A forma correta de escrita da expressão é a Deus, sem acento indicador de crase. A expressão à Deus, com acento indicador de crase, está errada. Não ocorre crase antes da palavra Deus porque Deus é um substantivo masculino e nunca ocorre crase antes de substantivos masculinos. Anotou essa dica, então, GLÓRIA A DEUS!!


Qual é a Bíblia original do mundo?
Bíblia Hebraica mais antiga do mundo é vendida por recorde de ...
O “Codex Sassoon”, ou “Códice de Sassoon”, datado do final do século 9 ou início do século 10, foi vendido por US$ 38,1 milhões (cerca de R$ 189,5 milhões) na Sotheby's de Nova York na quarta-feira (17). Acredita-se que seja a mais antiga e mais completa Bíblia Hebraica existente.


O que quer dizer Hosana e Aleluia?
Hosana é o nosso apelo a Deus para nos salvar. Aleluia expressa nosso louvor ao Senhor pela esperança da salvação e da exaltação.


Qual é o significado da palavra Hosana?
Hosana nas alturas é um termo proveniente tanto do latim, como do hebraico, e significa “Salva-nos, te imploramos”, ou “te imploro”. Hosana nas alturas é uma oração a Deus, e significa: “Salva-nos agora, ó Tu que habitas nas maiores alturas”.


Qual livro da Bíblia não fala em Deus?
O livro de Ester
Sobre o livro que não menciona Deus O livro de Ester é um testemunho de como era desafiador ser judeu. Resumindo, o livro conta a história de Ester, uma mulher judia da Pérsia que se tornou rainha e evitou um genocídio do seu povo, revertendo um massacre planejado contra eles.


O que significa amém Aleluia e glória a Deus?
Aleluia significa “louvem ao Senhor”.
A Palavra “aleluia” vem do hebraico e aparece principalmente nos Salmos. Aleluia também pode ter o significado de “glória a Deus” ou “adorem a Deus”.


Quantas vezes aparece a palavra amém na Bíblia?
O dicionário nos diz que amém significa “palavra litúrgica de aclamação, que indica anuência firme, concordância perfeita, com um artigo de fé; assim seja”. [1] No aspecto teológico, a palavra amém aparece 56 vezes em toda Bíblia , sendo 28 no Velho e 28 no Novo Testamento.


Quem criou o amém?
Originada no hebraico, a palavra “amém” chegou ao grego e, posteriormente, ao latim quando teólogos gregos traduziram a Bíblia para o idioma.


Qual o significado do amém na Bíblia?
Amém, ámen ou âmen (hebraico אָמֵן, grego ἀμήν, árabe آمِينَ) é um termo encontrado pela primeira vez na Bíblia hebraica e subsequentemente no Novo Testamento que indica uma afirmação ou adesão com que se concluem muitas orações nas grandes religiões monoteístas: Cristianismo, Islamismo e Judaísmo.


Por que Jesus é o amém?
Jesus, o Amém
A Bíblia chama Jesus de “o Amém”, porque ele é a confirmação da promessa de salvação (Apocalipse 3:14). Deus prometeu trazer salvação para quem se arrependesse e a vinda de Jesus foi a confirmação dessa promessa. Jesus é a testemunha que a palavra de Deus é digna de confiança.


Significado da palavra amém
Pode ser traduzido, do hebraico, para "assim seja", e na maioria dos rituais de cada religião, a expressão é dita diversas vezes, como forma de confirmar que os fiéis acreditam em tudo que está sendo falado. Esta expressão passou da ordem jurídica israelita para a ordem litúrgica cristã e islâmica.


>>>>No amor de Cristo, que luz da esperança de Sua misericórdia brilhe em você iluminando a Todos ao seu redor. Graça e Paz!

CONHECENDO A BÍBLIA - PRIMEIRA AULA DE BIBLIOLOGOGIA

 CONHECENDO A BÍBLIA - PRIMEIRA AULA DE BIBLIOLOGIA

Prof Raymundo Cortizo Perez, (Th.D.)

“A Bíblia é o Livro de Deus” (Is 34:16).
A palavra Bíblia (Livros) entrou para as línguas modernas por intermédio do francês,
passando primeiro pelo latim bíblia, com origem no grego biblos (folha de papiro do século
XI a.C. preparada para a escrita). Um rolo de papiro tamanho pequeno era chamado
“biblion”, e vários destes era uma “Bíblia”. Portanto “Bíblia” quer dizer “coleção de vários
livros”.
No princípio, os livros sagrados não estavam reunidos uns aos outros como os temos
agora em nossa Bíblia. O que tornou isso possível foi a invenção do papel no séc. II pelos
chineses, bem como a invenção da impressão por tipos móveis, em 1450 A.D. por
Guttenberg, tipógrafo alemão. Até então tudo era manuscrito como ocorria anteriormente
com os escribas, de modo laborioso, lento e oneroso.
Com a invenção do papel desapareceram os rolos e a palavra biblos deu origem a
“livro” como se vê em biblioteca (coleção de livros), bibliografia, bibliófilo (colecionador de
livros).
A primeira pessoa a aplicar o nome “Bíblia” foi João Crisóstomo, grande reformador e
patriarca de Constantinopla, 398-404 A.D.
Teologicamente a Bíblia é a revelação de Deus para a humanidade. Etimologicamente
é uma coleção de livros pequenos, cujo autor é Deus, o Espírito Santo é seu real
intérprete e Jesus Cristo seu TEMA UNIFICADOR, seu assunto central.
Cerca de 40 personagens se envolveram no registro e compilação dos 66 livros que
compõem a Bíblia Sagrada (1 Ts 2:13; 1 Pedro 1:20-21). Os escritores viveram distantes uns
dos outros (11 países diferentes), em épocas e condições diferentes, não se conheceram
(na época a comunicação era praticamente impossível) pertenceram às mais variadas
camadas sociais, e tinham cultura e profissões muito diferentes.
Foram das mais diferentes categorias (19 ocupações diferentes): escritores,
estadistas, camponeses, reis, vaqueiros, pescadores, cobradores de impostos, instruídos e
ignorantes, judeus e gentios. Ex: legislador (Moisés); general (Josué); profetas (Samuel,
Isaías, etc.); Reis (Davi e Salomão); músico (Asafe, compôs 12 Salmos); boiadeiro (Amós);
príncipe e estadista (Daniel); sacerdote (Esdras); coletor de impostos (Mateus); médico
(Lucas); erudito (Paulo); pescadores (Pedro e João).
São aproximadamente 50 gerações de homens. Um exame das vidas dos escritores
mostra a verdade deste testemunho. Esses eram homens sérios. Eles vieram de todos os
caminhos da vida. Eram homens de boa reputação e mente brilhante. Muitos deles foram
cruelmente perseguidos e mortos pelo testemunho que mantiveram. Não ficaram ricos
pelas profecias que deram. Longe disso. Muitos empobreceram. O autor dos cinco
primeiros livros da Bíblia escolheu viver uma vida terrivelmente pesada e de lutas ao
serviço de Deus em oposição à vida milionária que ele poderia ter tido como o filho do
Faraó. Muitos escritores da Bíblia fizeram escolhas semelhantes. Suas motivações
certamente não foram convencionais nem mundanamente vantajosas. Eles não eram
homens perfeitos, mas eram homens santos. As vidas que eles viveram e os testemunhos
que deram e as mortes de que morreram deram forte evidência de que estavam dizendo a
verdade.
Cada escritor manifestou seu “próprio jeito de escrever” (idiossincrasia), seu estilo e
características literárias. A Bíblia possui aproximadamente 10 estilos literários diferentes:
1. Poéticos (Jó, Salmos, Provérbios).
2. Parábolas (evangelhos sinóticos)
3. Alegorias (Gl 4).
4. Metáforas (Gn 6:6; Êx 15:16; Dt 13:17; Sl 18:2; 34:16; Lm 3:56; Zc 14:4; 2 Co 3:2-
3; Ef 4:30; Tg 3:6).
5. Comparações (Mt 10:1; Jo 21:25; Cl 1:23; Tg 1:6).
6. Figuras poéticas (Jó 41:1).
7. Sátiras (Mt 19:24; 23:24).
8. Figuras de linguagem (Sl 36:7; Sl 44:23).
Demoraram cerca de aproximadamente 1600 anos para escrever os 66 livros. 1491
a.C., quando Moisés (teve a visão do passado) começou a escrever o Pentateuco, no meio
do trovão no monte Sinai, até 97 d.C., quando o apóstolo João (teve a visão do futuro), ele
mesmo um “filho do trovão” (Mc 3:17), escreveu seu evangelho na Ásia Menor.
Entretanto, há na Bíblia um só plano ou projeto, que de fato mostra a existência de
um só Autor divino, guiando os escritores. A Bíblia é um só livro. Tem um só sistema
doutrinário, um só padrão moral (expressão da autoridade de Deus), um só plano de
salvação, um só programa das eras.
As diversas narrativas ali encontradas dos mesmos incidentes e ensinamentos não
são contraditórias, mas suplementares. Não há em todo o seu conteúdo uma só
contradição, e um livro sempre dá continuidade ou complementa o outro, apesar das
condições em que foram escritos. Muitas vezes, um autor iniciava um assunto e, séculos
depois, outro o completava.
Os escritores humanos fornecem variedade de estilo e matéria. O Autor Divino
garante unidade de revelação e ensino.
Em todo o seu conjunto, possui uma harmonia, que só pode ser explicada como
sendo um “MILAGRE”.
A Bíblia é a coleção das exatas palavras dos 66 livros que constituem o seu CÂNON
(cânon significa “autoridade, regra de fé”. O cânon está fechado, não há mais nenhum livro
inspirado!). Veja (Mt 4:4; Jo 12:48; 2 Tm 3:16-17; 2 Pe 1:3; Jd 3).

-------Publicarei aqui, a matéria de Bibliologia do curso de bacharel, em teologia.

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